A LEBRE COM OLHOS DE MBAR PDF

com olhos de mbar by edmund de waal in digital format, so the resources that you find are reliable. There are also many Ebooks of related with a lebre com. AV, Arcabit (arcavir), Error Scanning File. AV, Authentium, No Virus. AV, Grisoft ( avg), Error Scanning File. AV, Avira (antivir), No Virus. AV, Alwil. 15 jan. Se as minhasferidas no resplandecem aos olhos de quem as mira, e tambm se diz donde se no cuida salta a lebre: digo isto, porque se esta filho, que fica melhor ao soldado cheirar a plvora que a mbar; e se a.

Author: Viramar Kelkree
Country: Kosovo
Language: English (Spanish)
Genre: Automotive
Published (Last): 21 December 2014
Pages: 172
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Published on Jan View Download 0. Honor-Victorin Daumier Retrato de Cervantes: Eduardo Balaca Edio: Quixote de la Mancha, Segunda parte: Captulo IDo que passaram o cura e o barbeiro com D.

Canto da Literatura e Cinema : LIVRO – A LEBRE COM OLHOS DE ├éMBAR – EDMUND DE WALL

Quixote acerca da sua enfermidade. Quixote, e deoutros sucessos graciosos. Quixote, Sancho Pana e o bacharel SansoCarrasco. Captulo IVEm que Sancho Pana satisfaz ao bacharel Carrasco, acerca das suas dvidas e perguntas, comoutros sucessos dignos de se saber e de se contar. Captulo VDa discreta e graciosa prtica que houve entre Saneho Pana e sua mulher Teresa Pana, e outrossucessos dignos de feliz recordao.

Captulo VIDo que passou D. Quixote com a sua sobrinha e a sua ama, captulo dos mais importantes destahistria toda. Quixote com o seu escudeiro, e outros sucessos famosssimos.

Quixote, indo ver a sua dama Dulcinia del Toboso. Captulo IXOnde se conta o que nele se ver. Captulo XOnde se conta a indstria que Sancho teve para encantar a senhora Dulcinia, e outros sucessos toridculos como verdadeiros.

Captulo XIDa estranha aventura que sucedeu a D. Quixote com o carro ou carreta das cortes da morte. Quixote com o bravo cavaleiro dos espelhos. Captulo XIIIOnde prossegue a aventura do cavaleiro da Selva, com o discreto, novo e suave colquio que houveentre os dois escudeiros.

Captulo XVOnde se conta e d notcia de quem era o cavaleiro dos Espelhos e o seu escudeiro. Quixote com um discreto cavaleiro da Mancha.

Quixote, com a 3. Quixote no castelo ou casa do cavaleiro do Verde Gabo, com outras coisasextravagantes. Captulo XIXOnde se conta a aventura do pastor enamorado, com outros sucessos na verdade graciosos.

Quixote contou que vira na profunda cova deMontesinos, coisas que, pela impossibilidade e grandeza, fazem que se considere apcrifa estaaventura. Captulo XXIVOnde se contam mil trapalhadas, to impertinentes como necessrias ao verdadeiro entendimentodesta grande histria. Captulo XXVOnde se conta a aventura dos zurros, e o gracioso caso do homem dos tteres, com as memorveisadivinhaes do macaco. Captulo XXVIOnde continua a graciosa aventura do homem dos tteres, com outras coisas na verdade bonssimas.

Quixote da aventura do zurro, a que no ps o termo que desejava e pensava. Quixote com uma bela caadora. Quixote ao seu repreensor, com outros graves e graciosos sucessos. Captulo XXXIVQue d conta da notcia que se teve de como se havia de desencantar a incomparvel Dulcinia delToboso, que uma das aventuras mais famosas deste livro.

Quixote, do desencantamento de Dulcinia, com outrosadmirveis sucessos. Captulo XLDas coisas que dizem respeito a esta aventura e a esta memorvel histria. Quixote a Sancho Pana, antes de ele ir governar a ilha, com outrascoisas bem consideradas.

Quixote a Sancho Pana. Quixote, no decurso dos amores daenamorada Altisidora.

Quixote com Dona Rodrguez, a dona da duquesa, com outros acontecimentosdignos de escritura e memria eterna. Captulo LOnde se declara quem foram os nigromantes e verdugos que aoitaram a dona, beliscaram earranharam D. Quixote, com o sucesso que teve o pajem que levou a carta a Teresa Pana, mulherde Sancho Pana.

Captulo LIVQue trata de coisas tocantes a esta histria, e a nenhuma outra. Captulo LVDe coisas sucedidas a Sancho, e outras que no h mais que ver.

Quixote de la Mancha e o lacaio Tosilos,em defesa da filha da dona da duquesa, Dona Rodrguez. Quixote se despediu do duque, e do que sucedeu com a discreta e desenvoltaAltisidora, donzela da duquesa. Quixote tantas aventuras, que no tinha vagar paratodas.

Captulo LXDo que sucedeu a D. Quixote no caminho de Barcelona. Quixote na entrada de Barcelona, com outras coisas que tm mais deverdadeiras que de discretas.

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Captulo LXIIQue trata da aventura da cabea encantada, com outras ninharias que no podem deixar de secontar. Quixote de todas quantas at ento lhe tinham acontecido. Quixote de se fazer pastor e seguir a vida do campo, durante o ano dasua promessa, com outros sucessos, na verdade gosotosos e bons. Captulo LXXQue se segue ao sessenta e nove e trata de coisas que no so escusadas ilhos a clareza destahistria.

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Quixote com o seu escudeiro Sancho, quando ia para a sua aldeia. Quixote e Sancho chegaram sua aldeia. Quixote ao entrar na sua aldeia, com outros sucessos que so adorno ecrdito desta grande histria.

Quixote adoeceu, e do testamento que fez, e da sua morte.

Quixote de la ManchaSegunda ParteMiguel de CervantesTAXAEu Hernando de Vallejo, escrivo de Cmara del Rei nosso senhor, dos que residem em seuConselho, dou f que havendo-se visto pelos senhores dele um livro que comps Miguel deCervantes Saavedra, intitulado Dom Quixote de la Mancha, Segunda parte, que com licena de SuaMajestade foi impresso, o taxaram a quatro maravedis cada caderno em papel, o qual tem setenta etrs cadernos, que ao dito respeito soma e monta duzentos e noventa e dois maravedis, e mandaramque esta taxa se ponha no princpio de cada volume do dito livro, para que se saiba e entenda o quepor ele se h de pedir e levar, sem que exceda nele em maneira alguma, como consta e aparece peloauto e decreto original sobre ele dado, e que fica em meu poder, a que me refiro; e por mandamentodos ditos senhores do Conselho e de pedimento da parte do dito Miguel de Cervantes, dei esta f,em Madrid, a vinte e um dias do ms de outubro de mil e seiscentos e quinze anos.

Dadaem Madrid, a vinte e um de outubro, mil e seiscentos e quinze. Em Madrid, a cinco de novembrode mil seiscentos e quinze. Interpone tuis interdum gaudia curiso que faz o autor mesclando as veras s burlas, o doce ao proveitoso e o moral farsa, dissimulandona isca do donaire o anzol da repreenso, e cumprindo com o acertado assunto em que pretende aexpulso dos livros de cavalarias, pois com sua boa diligncia manhosamente limpando de suacontagiosa dolncia a estes reinos, obra mui digna de seu grande engenho, honra e glria de nossanao, admirao e inveja das estranhas.

Este meu parecer, salvo, etc. Em Madrid, a 17 de marode Houve muitos que,por no ter sabido temperar nem mesclar a propsito o til com o prazeiroso, deram com todo seumolesto trabalho por terra, pois no podendo imitar a Digenes no filsofo e douto, atrevida, parano dizer licenciosa e deslumbradamente, o pretendem imitar no cnico, entregando-se amaledicncias, inventando casos que no aconteceram, para tornar capaz o vcio que tocam de suaspera repreenso, e por ventura descobrem caminhos para segui-lo, at ento ignorados, com queacabam por ficar, se no repreensores, pelo menos, mestres dele.

Fazem-se odiosos aosconhecedores, com o povo perdem o crdito, se algum tiveram, para admitir seus escritos e osvcios que arrojada e impudentemente quiserem corrigir em muito pior estado que antes, que nemtodas as apostemas ao mesmo tempo esto dispostas a admitir as receitas ou cautrios; antes, algunsmuito melhor recebem as brandas e suaves medicinas, com cuja aplicao o atento e douto mdicoconsegue por fim resolv-las, trmino que muitas vezes melhor que o que se alcana com o rigordo ferro.

Bem diferente sentiram dos escritos de Miguel de Cervantes, assim nossa nao como asestrangeiras, pois como por milagre desejam ver o autor de livros que com geral aplauso, assim porseu decoro e decncia como pela suavidade e brandura de seus discursos, ho recebido Espanha,Frana, Itlia, Alemanha e Lebrw. Certifico com verdade que em vinte e cinco de fevereiro desteano de seiscentos e quinze, havendo ido o ilustrssimo Senhor Dom Bernardo de Sandoval y Rojas, 8.

Foram tantos os seus encarecimentos, que me ofereci para lev-los a ver o autor delas, queestimaram com mil demonstraes de vivos desejos. Perguntaram-me ocm pormenorizadamente suaidade, sua profisso, qualidade e quantidade. Achei-me obrigado a dizer que era velho, soldado,fidalgo e mbra, a que um respondeu com estas formais palavras: Pois a um tal homem no tem aEspanha muito rico e sustentado pelo errio pblico?

Acudiu outro daqueles cavalheiros com estepensamento e com muita agudeza, e disse: Se a necessidade o h de obrigar a escrever, praza aDeus que nunca tenha abundncia, para que, com suas obras, sendo ele pobre, faa rico a todo omundo. Bem creio que est, para censura, um pouco extensa; algum dir que toca os limites do lisonjeiroelogio; mas a verdade do que curtamente digo desfaz no crtico a suspeita e em mim o cuidado;ademais que hoje em fe no se lisonjeia a quem no tem com que adoar o bico do adulador, que,embora afetuosa e falsamente diga brincando, pretende ser remunerado de verdade.

Em Madrid, a vinte e sete de fevereiro de mil e seiscentos e quinze. Dada emMadrid, a trinta dias do ms de lenre de mil e seiscentos e quinze anos.

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Por mandado do Rei nosso senhor: Quixote; quero dizer, contra aquele que dizem que se gerou em Tordesilhas e nasceu em Tarragona. Pois em verdade te digo que te no hei-de dar esse contentamento, que, ainda que os agravosdespertam a clera nos mais humildes peitos, no meu h-de ter exceo olnos regra. Mgar que eulhe chamasse asno, atrevido e mentecapto; mas tal me no passa pelo pensamento; castigue-o o seupecado e trague-o a seu bel-prazer, e que lhe no faa engulhos.

O que no pude deixar de sentir olhso me apodasse de manco e de velho, como se estivesse na minha mo demorar o tempo, queparasse para mim, ou como se eu tivesse sado manco de alguma rixa de taberna, e no do maisnobre feito que viram os sculos passados e presentes, e esperam ver os vindouros.

Se as minhasferidas lebrd resplandecem aos olhos de quem as mira, so estimadas, pelo menos, por aqueles quesabem onde se ganharam; que o soldado melhor parece morto na batalha, do que livre na fuga: Ascicatrizes que o soldado ostenta no rosto e no peito so estrelas que guiam os outros ao cu dahonra, e ao desejar justo louvor; e convm advertir que se no escreve com as cs, mas sim com oentendimento, que costuma aperfeioar-se com os anos.

Senti tambm que me chamasse invejoso eme descrevesse, como a um ignorante, que coisa seja a inveja, que, verdade, verdade, de duas queh, eu s conheo a santa, a nobre e a bem intencionada; e, sendo assim comono tenho motivopara perseguir nenhum sacerdote, que, de mais a mais, seja tambm familiar do Santo Ofcio; e seele o disse referindo-se a quem parece, de todo em todo se enganou, que, desse tal, adoro eu oengenho, admiro as obras e a ocupao contnua e virtuosa.

Mas, efetivamente, agradeo a estesenhor autor o dizer que as minhas novelas so mais satricas do que exemplares, porque issomostra que so boas, e no o poderiam ser, se no tivessem de tudo. Ee que me dizes queando muito acanhado, co que me mantenho demasiadamente dentro dos limites da minha modstia,sabendo que se no deve acrescentar mais aflies ao aflito, e as que este senhor deve de ter sograndssimas, sem dvida, pois no se atreve a aparecer em campo aberto e com cu claro,encobrindo o seu nome e fingindo a sua ptria, como se tivesse feito alguma traio de lesa-majestade.

Se porventura chegares a conhec-lo, dize-lhe da minha parte que me no tenho por Havia em Sevilha um doido, que deu no mais gracioso disparate e teima que nunca se viu.

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E foi quefez um canudo de cana pontiagudo e, em apanhando um co na rua, ou em qualquer outra parte,prendia-lhe uma pata com os ps, com a mo levantava-lhe outra e, como podia, l lhe adaptava ocanudo em stio, em que, soprando-lhe, o punha redondo como uma pela, e, quando o apanhavadeste modo, dava-lhe duas palmaditas na barriga, e soltava-o, dizendo aos circunstantes quesempre eram muitos: Pensaro agora Vossas Mercs que pouco trabalho inchar assim um co.

Pensar Vossa Merc agora que pouco trabalho fazer um livro. E, se este conto lhe no quadrar,diga-lhe, leitor amigo, o seguinte, que tambm de orate e de co: Havia em Crdova outro doido, que tinha por costume trazer cabea um pedao de mrmore ouum pedregulho no muito ligeiro e, em topando algum co descuidado, aproximava-se e deixavacair o peso em cima dele.

Magoava-se o co e, ladrando e ganindo, no parava nem em trs ruas. Sucedeu, pois, que entre os ces, a que fez isto, foi um deles o co dum chapeleiro, que o dde. Atirou-lhe uma pedra, deu-lhe na cabea, desatou a ganir o co modo, viu-o e sentiu-o odono; agarrou numa vara de medio, veio ter mbad o doido, e no lhe deixou uma costela s, e acada paulada dom lhe dava, dizia: E, repetindo-lhe o nome de podengo muitas vezes, largou o louco, depois de lhe ter postoos ossos num feixe.

Escarmentou-se e retirou-se o doido, e em mais dum ms no saiu praa, e aocabo desse tempo voltou com a mesma inveno e com maior carga. Chegava-se aos ces, olhavafito para eles por muito tempo, e sem querer, nem se atrever a descarregar a pedra, dizia: